domingo, 4 de maio de 2008
Hannah Arendt e a infância
sexta-feira, 25 de abril de 2008
A infância pensa
As indagações da existência, toda a curiosidade de vida
A curiosidade das ocupações, dos verbos, das relações homem-mundo e das convenções
Podemos dizer que nascemos com tais necessidades
Seria a filosofia uma ciência-criança?
Até quando podaremos e castraremos os sonhos de conhecimento que nascem com as crianças?
Até quando no cegaremos frente ao fato delas serem seres capazes de futuros e cultivadoras de lindas paisagens?
As crianças são acima de tudo seres da existência mundana
Construtoras intelectuais e merecedoras de cuidados
Negar esses caminhos seria negar-lhes a sua humanidade?
Até quando?!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
INFÂNCIAS?
quinta-feira, 3 de abril de 2008
INFANCIALIDADES: Infâncias sendo
A infancialidade é lugar das experiências.É a historia em curso, é o trânsito entre passado-presente-futuro.
É a recusa da ausência da infância na própria infância sendo.
É acontecimento, é experiência..
É uma instauração da presença concreta das crianças e suas infâncias no projeto da adultez como o inusitado, o imprevisto, a descontinuidade, uma ritualidade clandestina em que se trafica significados entre o mundo próprio que elas criam e o que já estava posto e interpretado para elas.
As infancialidades são expressão dos sentimentos das crianças.Dos seus modos de viver a infância, de seus valores e localizações sociais.
JORGE LARROSA E A ALTERIDADE DA INFÂNCIA
(LARROSSA, 2203, p.185).
sábado, 29 de março de 2008
As TIC na sala de aula
As Tecnologias de Informação e Comunicação numa sala de aula de crianças entre os 6 e os 10 anos de idade, são um fenómeno motivador da aprendizagem. As crianças desta idade sentem desde muito cedo uma actracção especial por estas novas tecnologias por vários factores:
1 - Como ferramenta facilitadora de comunicação. Desde cedo contactam com a televisão ou com o computador e relacionam-se imediatamente com as imagens ou conteudos multimédia. Podem expandir assim os seus limites de autonomia e de expressão.
2- Propiciadoras de interacção. Mais uma vez as TIC têm um papel essencial na expansão da autonomia das crianças. A possibilidade de interacção com conteúdos da vida real a que geralmente não têm acesso, por exemplo videogames ou mesmo acedendo a páginas da net.
3- Dignificação e valorização do seu trabalho. Nesta caso a situação é semelhante aos adultos, embora na criança este factor se revele com maior importância. Falo , por exemplo, da possibilidade de publicação acessível dos seus trabalhos relacionados com as aprendizagens. A criança vê valorizado o seu trabalho diário. Por outro lado a dificuldade de escrita que as crianças têm nestas idades, desaparece com o aprefeiçoamento otográfico e caligráfico que a tecnologia oferece. 4 - Lúdico. Por fim o aspecto lúdico, prático e funcional que as tecnologias oderecem que permitem que as crianças com uma competência lógica intuitiva e natural possam operar estas novas tecnologias com muito à vontade.
Constantino Alves
professor do 1ºciclo, Portugal
